(Robert Creeley / de Windows, 1990)
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(2014)
* Tentei, na tradução, manter a
leve atmosfera ambígua. Na primeira estrofe, por exemplo, deixou-se de lado o
corpo esquecido ou algo que “há” nele? Na segunda estrofe, aquilo pelo que se
morreria é o corpo ou algo que “há” nele? Há uma tradução deste poema no livro A Um , que apresenta traduções de textos de Creeley feitas por Régis Bonvicino.


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